Segundo aquele semário, trata-se de um produto líquido que é adicionado à água e aspergido no solo argiloso do pavimento da estrada durante a fase de construção ou reabilitação com a finalidade de alterar as suas características e reduzir a dilatação ou encolhimento do pavimento que causam problemas estruturais que culminam com a degradação acelerada das estradas rurais.

O Jornal Domingo avança que a decisão de se experimentar o “Claycrete” resultou de lições apreendidas ao longo dos últimos anos que evidenciaram que a ocorrência de eventos extremos, com realce para chuvas intensas e em períodos cada vez mais longos, está a contribuir para a rápida degradação das infra-estruturas viárias.

Neste quadro, o PROMER tem sido sucessivamente recomendado a alterar a metodologia de intervenção nas estradas, passando de melhoramentos localizados, para intervenções completas, por forma a conferir uma maior resiliência aos riscos climáticos.

O Teste do “Claycrete” foi realizadfo na estrada que liga os postos administrativos de Mirate e Mahele, no interio do distrito de Montepuez, e foi testemunhado pelos delegados da Administração Nacional de Estradas (ANE) das quatro províncias onde o PROMER actua desde 2012, nomeadamente Cabo Delgado, Nampula, Zambézia e Niassa.

O jornal indica que caso esta substância seja aprovada passará a ser aplicada nas variadas obras que o PROMER está a realizar nesta regiºao do país, onde abundam vias de pavimento argiloso.